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Dependência Química: Uma Doença Crônica

Chaim CH, et al. Fisiopatologia da dependência química.

A dependência química (DQ) é uma doença crônica e recidivante cuja etiologia tem natureza multifatorial complexa. Muitas pessoas não entendem porque ou como alguém se torna dependente de drogas, muitas vezes com a percepção errônea de que a manutenção do consumo da droga, apesar dos problemas relacionados, é fruto de questões morais ou falta de força de vontade. Na realidade, a dependência é reconhecida exatamente na incapacidade do indivíduo para controlar seu comportamento, e embora a iniciativa de consumir drogas tenha forte componente voluntário, as alterações cerebrais decorrentes desafiam o autocontrole e capacidade de resistir a impulsos muito intensos.

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Tolerância e Dependência De Álcool

O uso regular do álcool torna a pessoa tolerante a muitos dos seus efeitos, sendo necessário aumentar o consumo para o indivíduo obter os mesmos efeitos iniciais. A dependência ocorre com o uso regular de álcool e pode se desenvolver após anos de uso contínuo, porém quanto mais jovem é a pessoa, quando inicia o uso de álcool, menor será o tempo necessário para que se instale a dependência. A dependência pode ser definida poeticamente como a “perda da liberdade de escolha”, isto é, a pessoa não escolhe mais se vai beber e o quanto vai ingerir. Ela perdeu o controle sobre essa decisão. As pessoas dependentes, como já estão adaptadas à presença constante do álcool no organismo,

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Maconha

Substância classificada como perturbadora do sistema nervoso central.

Dependência: cerca de 10% dos usuários crônicos apresenta fissura e centralidade na droga;

O uso regular de maconha, por períodos muito longos, está associado com:  Ansiedade, paranoia, pânico, depressão;  Prejuízo da memória e da habilidade de resolver problemas;

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Como a cocaína e as anfetaminas agem no cérebro?

As substâncias que agem no cérebro, provocando alteração nas funções mentais, conseguem esse efeito modificando a comunicação entre as células cerebrais chamadas neurônios. Dessa forma, as drogas usadas abusivamente alteram as funções como o raciocínio, as emoções e os sentidos da visão e audição. Assim, a cocaína e as anfetaminas agem interferindo na comunicação entre os neurônios. Um dos efeitos dessas drogas é estimular o sistema de recompensa cerebral, aquele sistema que é ativado naturalmente quando o indivíduo faz alguma coisa agradável ou tem uma experiência gratificante que provoca a sensação de satisfação.

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